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BMW i3 é primeiro elétrico à venda no varejo, e atualmente custa R$ 209.950
A partir desta terça-feira (27), veículos de propulsão elétrica ou movidos a hidrogênio (tecnologia também conhecida como célula de combustível) não pagarão mais o chamado Imposto de Importação, alíquota de 35% cobrada para a entrada de automóveis importados no Brasil.

Conforme antecipado na última segunda (26) por UOL Carros, a medida seria publicada no Diário Oficial da União nesta terça. Ela tem vigência imediata, o que significa que as próximas unidades faturadas, de qualquer modelo que se encaixe nas características acima descritas, já se beneficiarão da isenção.

AFP - arquivo

Nissan aguardava incentivos do governo para definir produção do hatch elétrico Leaf em Resende (RJ); falta agora ver se preço do dólar permitirá venda a preço competitivo
Com o anúncio, a Anfavea (associação dos fabricantes) espera que o mercado nacional atinja em 2015, pela primeira vez, volume de 1.000 veículos com matriz energética alternativa emplacados em um só ano.
Segundo a resolução 97/2015 da Camex (Câmara de Comércio Exterior), órgão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, serão contemplados com isenção total do II automóveis montados, semidesmontados (apenas com a carroceria pronta) e totalmente desmontados, o que também facilitará a produção local desses carros em sistema CKD (as peças chegam prontas e separadas do exterior).

A exigência é que o motor elétrico forneça autonomia mínima de 80 quilômetros, algo que praticamente todos os elétricos comercializados no mundo conseguem cumprir.

Atualmente, o único carro 100% elétrico vendido no varejo por aqui é o BMW i3, que parte de R$ 209.950. Em nota, a fabricante alemã afirmou ter "recebido a notícia de maneira muito positiva", mas adiantou que ainda está "avaliando os impactos da medida para a estratégia de negócios do i3". A intenção da marca, aliás, é fabricá-lo em Araquari (SC) entre 2017 e 2018, caso os incentivos permitam.

Outro elétrico que está perto do país é o Nissan Leaf, que já roda por aqui, por contrato de comodato, em frotas de táxis. A nossa reportagem, executivos da marca japonesa admitiram que a isenção do II representaria um grande avanço para a produção nacional do hatchback. "O preço precisa ser atrativo. Vamos seguir fazendo as contas", disse João Veloso Jr., diretor de comunicação da companhia.

Fonte: http://carros.uol.com.br/

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