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Sexta, 16 Junho 2017 18:31

Meu carro não pega, e agora?

Muita gente já deve ter passado por isto: entra no carro pensando em tudo o que tem para fazer, vira a chave de contato e nada. Subitamente vem aquela sensação de impotência. O que fazer quando o carro não pega?

São centenas de falhas que podem deixá-lo na mão, mas a seguir vou dar algumas dicas que ajudarão a identificar 90% dos problemas.

Para começar é preciso saber o básico. Para que ocorra a combustão, é necessária a presença dos 3 elementos: ar, combustível e centelha.

Se o motor não funciona é porque um deles não está presente, ou não chega na quantidade suficiente.

Ar

O primeiro é fácil de descartar. Só não entra ar no motor do carro se o filtro de ar estiver entupido ou se você estiver imerso em um alagamento, ou ainda se o escapamento estiver entupido.

Combustível

Dentro deste item vamos destacar a bomba de combustível. Ela fica alojada dentro do tanque, e o acesso na maioria dos carros é em baixo do assento do banco traseiro. Levante o assento coloque o ouvido na tampa e solicite que alguém ligue e desligue a ignição. Tente ouvir se ela está trabalhando. Ela pode estar funcionando com baixa pressão (menos de 2 bar), e neste caso o motor não irá pegar.

Outro ponto relacionado ao combustível é a perda de programação do motor flex. Isto ocorre quando você abastece com outro combustível e em seguida estaciona o carro, sem dar tempo suficiente para a injeção fazer a reprogramação.

Falta de combustível é outro "campeão de audiência". Muitas vezes a boia medidora do combustível pode emperrar. Nestes casos, o indicador do combustível não avisa corretamente o nível e você pode estar com o tanque vazio sem saber. A boia medidora emperra muito em carros que andam só com álcool ou combustíveis adulterados.

Para veículos que possuem reservatório de partida a frio, é preciso checar se ele não está vazio ou se a gasolina não está estragada.

Combustível adulterado também é responsável por problemas, principalmente quando chega no final do tanque, quando elementos como água e solventes sobram no fundo e não podem ser queimados no motor.

Centelha

Popularmente conhecida por faísca da vela, a centelha é um arco voltaico, parecido com o acendedor do fogão, gerado por uma corrente elétrica produzida pelo alternador e armazenada pela bateria. Só que esta corrente passa por outros componentes antes de chegar até as velas do motor.

Por essa introdução você já percebeu o “ninho de cobra” que vamos entrar, mas calma. Vamos abordar os principais vilões elétricos.

A bateria deve ser a 1ª coisa a ser verificada. Se o motor de partida não girar, ou girar de forma lenta, o problema pode estar ali. Mas é necessário verificar também se o alternador está funcionando.

A bateria deve informar uma tensão mínima de 12V e no momento da partida não deve cair abaixo dos 9V. Quando o motor estiver funcionando a tensão medida nos bornes (polos da bateria) deve ser maior, entre 13,5V e 14V, o que indica o bom funcionamento do alternador.

Bom, se a bateria e o alternador estiverem em ordem, verifique alarmes, travas e bloqueadores. Com um pouco menos de frequência, a bobina (peça que amplifica a tensão que chega nas velas) também entra na lista dos problemas.

Existem 2 sensores da injeção eletrônica que dão algum trabalho: o sensor de rotação e o sensor de oxigênio. Mas deixe para seu mecânico checar, pois em alguns casos eles "recalamam", mas nem sempre eles são os responsáveis.

A chave do carro pode também ser o problema. Atualmente, elas possuem um chip, que é uma espécie de DNA analisado toda vez que você insere no contato. Quando a chave cai no chão, esse chip pode se romper e o carro não pega. Experimente a chave reserva.

Você pode não acreditar, mas já vi muita gente chamar o seguro sem verificar se o câmbio automático estava no “P” ou no “N” para dar a partida. Se ele estiver em qualquer outra posição, a partida não acontece.

Um "caminhão de problemas" pode impedir a partida do seu carro, mas estes são os mais frequentes. Uma boa dica é dar uma geral no carro a cada 10.000 km, assim você para o carro quando você pode, e não quando ele quer.

Fonte: http://g1.globo.com

Se o objetivo for aquecer o motor para realizar uma queima de combustível melhor, entendo que não é mais necessário esquentar o motor antes de partir, pois a injeção eletrônica administra muito bem a queima. Mas será que esse é o único problema de um motor frio?

Muito sabem que as peças do motor dilatam, ou seja, aumentam de tamanho com o calor, mas o que poucos sabem é que os diferentes materiais que compõem as peças do motor se dilatam em velocidades e proporções diferentes.

Por exemplo, os pistões feitos de liga de aluminio dilatam mais rápido do que o bloco do motor, geralmente de ferro fundido. Assim, nos primeiros minutos, os pistões exercem uma pressão maior sobre os anéis, que por sua vez pressionarão as paredes dos cilindros, gerando um desgaste maior.

Então, É VERDADE, esquentar o motor antes de sair é uma boa.

Atualmente, os motores atingem a temperatura de trabalho mais rápido. Em alguns manuais, este assunto nem faz mais parte do item “cuidados do motorista”. Isto pode ser explicado, em parte, porque os motores diminuíram de tamanho, de peso, e agora contam com novos materiais proporcionando um aquecimento mais rápido até a temperatura ideal (90º).

Outro ponto são as novas tecnologias, por exemplo dos motores TSI da Volkswagen, com 2 sistemas de arrefecimento: um controla a temperatura da parte superior do motor (cabeçote) com uma válvula termostática, e um outro controla a temperatura do bloco do motor por meio de outra válvula. Estes sistemas permitem chegar mais rápido à temperatura ideal, assim como resfriar de forma mais eficiente, quando necessário.

Minha dica é a seguinte: aguarde 2 minutos antes de colocar o carro em movimento, espere pelo menos o ponteiro da temperatura se movimentar até um quarto do seu percurso, e nada de grandes acelerações até que a temperatura chegue aos 90 graus.

Se você for bom de ouvido, poderá notar que o nível de ruído do motor vai diminuindo conforme o aquecimento. Alguns modelos, como o Honda HR-V, possuem uma indicação de motor frio, sugerindo que o motorista não afunde o pé no acelerador enquanto a luz estiver acesa.


Fonte: http://g1.globo.com

Não tenho a menor dúvida que o sucesso dos SUVs está ligado à altura do carro em relação ao solo: dirigir podendo olhar por cima dos outros carros gera uma sensação agradável. Mas, antes de efetivar a compra, é preciso atentar para algumas características destes “carrões”:

- mais gastos
- peso X potência
- carro alto tem que ter roda grande?
- estabilidade
- hora de manobrar
- entrar e sair

Vamos ver cada item em detalhes:

Nem sempre o SUV é o primeiro carro da pessoa. Normalmente, o consumidor considera esse tipo de veículo uma ascensão: ele tem um hatch, depois vai para um sedã e aí chega ao SUV, que é mais caro.

Esse custo a mais também vai aparecer depois da compra: como um carro mais alto e mais pesado, o SUV vai consumir mais combustível. A manutenção e o seguro também serão mais caros. Precisa ver se isso tudo cabe no seu bolso.

Se for zero, fique atento aos preços de revisões de 10.000 km e 20.000 km, e verifique o custo de peças básicas. Exemplos:

- o preço de um jogo de pneus aro 18, dependendo das especificações, pode ser de até 200% maior que o pneu com aro 14;

- o gasto com pastilhas e discos de freio, que também são itens comuns nas revisões, pode ser até 300% maior em relação aos carros médios.

Se um carro é pesado, a potência do motor é importante. Alguns SUVs possuem versões com motores focados em economia de combustível e, quando se coloca 4 pessoas mais bagagens, o desempenho fica prejudicado. Principalmente se o motor for combinado com câmbio automático, que é mais pesado.

Antes de ir à loja, dê uma olhada na ficha técnica dos modelos que interessam a você: pegue o peso do carro e divida pelo valor da potência do motor.

Não estou dizendo que não deva comprar se este número for baixo, afinal se você é solteiro, sem filhos e anda a maior parte do tempo com uma ou duas pessoas, talvez a potência do motor não deva ser o mais importante.

Mesmo assim, no test drive, tente sair do roteiro do vendedor e procure uma ladeira. Sinta como o motor reage com o carro vazio e imagine a mesma situação com o carro carregado.

Nem sempre, depende do modelo. O tamanho da roda influencia no conforto dos passageiros e na vida útil das peças da suspensão: quanto maior o diâmetro da roda, melhor a suspensão absorverá as imperfeições do asfalto.

Quem já guiou uma Vespa sabe do que estou falando: rodas de diâmetro menor acompanham todas ondulações do asfalto, gerando um volume de oscilações maior na suspensão e exigindo mais de amortecedores, buchas e coxins.

Portanto, na hora comparar, dê preferência para um SUV que tenha as rodas com diâmetro maior. Em geral, os SUVs mais recentes têm saído com rodas aro 16 ou 17. Mas, cuidado: em alguns poucos modelos com as rodas grandes e pneu de perfil baixo, o ganho de conforto não é significativo.

Mais uma vez a melhor maneira de identificar uma suspensão macia é durante o test drive.

Procure passar em ruas bem esburacadas, ao lado de pontos de ônibus, onde o asfalto costuma estar ruim. Ponha o pé esquerdo inteiro no assoalho do carro e agarre firmemente o volante para sentir as oscilações. Veículos com bancos muito macios podem encobrir suspensões ruins.

Repita este procedimento em todos os testes e você perceberá a diferença entre os SUVs: pode ter certeza de que não são todos iguais.

Todo carro tem um centro gravitacional, o “CG”. Quanto mais baixo o carro, mais baixo é o “CG”. Por isso muitas fabricantes de carros esportivos alardeiam tanto que conseguiram o “CG” mais baixo no segmento: significa que o carro ficará mais “grudado” ao chão, permitindo uma dirigibilidade mais ousada.

Em carros altos, como SUVs e picapes, o “CG” é mais alto, claro. Por isso, eles podem ser menos estáveis do que carros baixos. O risco de capotar, por exemplo, é maior.

Atualmente há uma série de sistemas de segurança que ajudam a manter o carro “no chão”. Infelizmente, apenas o ABS, que evita o travamento das rodas numa frenagem mais brusca, é obrigatório no Brasil até agora.

Mas, como vários SUVs custam perto de R$ 100 mil, muitos deles oferecem (e devem, por esse preço) distribuição eletrônica de frenagem (EBD), controle de tração e de estabilidade (ESC ou ESP), suspensão traseira independente, etc.

E, falando em segurança, há modelos com mais do que os 2 airbags frontais obrigatórios. Isso tudo deve ser levado em conta: veja com calma a lista de equipamentos de cada versão.

Um SUV tem que ser bom de manobra: carro grande que esterça pouco o volante é cansativo, principalmente para quem faz uso urbano intenso, como levar filhos à escola, ir ao mercado, situações onde a quantidade de manobras é grande.

Assim, verifique o ítem “diâmetro de giro” na ficha técnica dos carros. Quanto menor, melhor será a capacidade de esterçar as rodas. Veja alguns exemplos:

Modelo                   Diâmetro de giro (metros)        Diâmetro das rodas (polegadas)
Nissan Kicks                   10,2 ......................................................... 17
Honda HRV                     10,6...........................................................17
Mitsubishi ASX                10,6............................................................18
Hyundai Tucson              10,8............................................................16
Jeep Renegade               10,8............................................................16
Honda CR-V                    11,4............................................................17
Chevrolet Traillblazer       11,8............................................................18

Cabe salientar que veículos longos, com grande distância entre eixos, exigem algum cuidado nos primeiros contatos. Por exemplo, para dobrar a esquina sem ralar a roda na guia ou mesmo com as colunas de garagem.

Para muitos, a altura é o ponto forte dos SUVs, mas esse é um item que vai dizer se você comprará outro carro igual daqui alguns anos ou nunca mais.

Não são poucas as pessoas que compraram esportivos como o SLK, da Mercedes, ou o Z3, da BMW, e tiveram sérios dissabores com a entrada e saída desses carros, que são bem baixos.

O mesmo problema ocorre em carros muito altos. Pessoas idosas e de baixa estatura têm muita dificuldade. Minha sogra é um exemplo: com seus um 1,58 m de altura, tem dificuldade para subir no banco traseiro de um Honda CR-V. Então, considere quem vai usar o carro.

Fique atento também se ele cabe na sua garagem ou vai resultar em briga comprada com o vizinho de vaga –ou se você tem espaço suficiente para fechar o portão e descarregar o carro com o portão fechado. Parece bobagem, mas às vezes o encantamento “cega” a gente para certos detalhes.

Bons negócios!

Fonte: http://g1.globo.com

Pouca gente sabe, mas, em vários estados, quem teve o carro roubado pode receber de volta o dinheiro pago pelo IPVA. Confira o que fazer.

Pouca gente sabe, mas, em vários estados, quem teve o carro roubado pode receber de volta o dinheiro pago pelo IPVA.

Gilvan viveu momentos de pânico na porta de casa.

"Estava saindo de casa para trabalhar, às 7h da manhã, tirei meu carro da garagem, quando eu retornei pra fechar o portão pra sair pra trabalhar encostou um carro com três indivíduos, fortemente armados. E botaram eu e minha esposa pra dentro de casa, mandaram deitar no chão, levaram duas televisões, minha carteira, meu celular, e foram se embora. Levaram o carro, levaram tudo", contou o auxiliar de pedreiro Gilvan de Menezes.

O número de veículos roubados em Pernambuco aumentou quase 50% na comparação de 2016 com o ano anterior.

Na maioria dos estados, quem entra para essa estatística pode pedir de volta o dinheiro do IPVA.

Em São Paulo, por exemplo, no ano passado, foram devolvidos mais de R$ 20 milhões aos donos de carros roubados.

Em Pernambuco, para ter o valor do IPVA devolvido, quem teve o carro roubado precisa procurar a Secretaria da Fazenda – que vai fazer um cálculo pra saber exatamente o valor ao qual o contribuinte tem acesso. Quem já pagou o imposto pode receber dinheiro de volta mesmo se o carro for recuperado pela polícia.

Neste caso, a devolução é proporcional. Por exemplo, se o dono do carro pagou R$ 2 mil de IPVA em janeiro e fica três meses sem o carro, vai receber o valor equivalente a esse período – mais ou menos R$ 500. Se o ano terminar e o carro não for encontrado, todo o valor pago pelo dono do veículo é devolvido. Sempre no ano seguinte ao registro do crime.

Lináuria teve o carro roubado e fez tudo certo. Registrou o boletim de ocorrência, deu entrada no seguro para receber a indenização. E ficou ainda mais tranquila quando soube que não perderia o dinheiro que pagou pelo IPVA.

"Porque é um bom dinheiro, né? No caso, você já tem o prejuízo de levarem seu carro e ainda você pagar o IPVA que você não vai usar o carro. Então, a partir do momento que você vai lá e recebe essa informação você fica até aliviado”, contou a caminhoneira Lináuria de Mendonça.

O governo de Pernambuco disse que vem aumentando o policiamento e as investigações contra quadrilhas que roubam carros.

Confira o que fazer em cada estado brasileiro:

PERNAMBUCO - É preciso procurar a Secretaria da Fazenda – que vai calcular o valor ao qual o contribuinte tem direito. Quem já pagou o imposto pode receber dinheiro de volta mesmo se o carro for recuperado pela polícia. Neste caso, a devolução é proporcional. E o pagamento é feito sempre no ano seguinte ao registro do crime.

SERGIPE - Há a devolução proporcional do IPVA em caso de roubo. O valor vai variar conforme a data do ocorrido e o valor pago do IPVA. Para ter direito a pessoa deve dar entrada em uma solicitação na Secretaria da Fazenda anexando os documentos do veículo e do boletim de ocorrência.

BAHIA - A legislação do IPVA da Bahia prevê sim a restituição do valor ao contribuinte em caso de roubo de veículos. Para realizar a solicitação, os contribuintes deverão comparecer a uma unidade da Sefaz no Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) ou nas Inspetorias Fazendárias, apresentando os documentos da propriedade do veículo e documentos pessoais. Em caso de furto ou roubo, deve-se apresentar também o boletim de ocorrência. Após a solicitação, o contribuinte deve aguardar a liberação da restituição. O acompanhamento do processo pode ser feito através do site www.sefaz.ba.gov.br. Para mais informações, basta ligar para o Call Center da Sefaz, pelo 0800 071 0071. O pedido, entretanto, deverá ser feito no ano seguinte ao ocorrido. Dessa forma, os proprietários que tiveram seus veículos roubados em 2016 podem solicitar a restituição em 2017.

PIAUÍ - Existe já uma lei, mas ainda não foi regulamentada. Por enquanto, não devolve.

ALAGOAS - Há a devolução do IPVA em caso de veículo roubado.

MARANHÃO - Permite a devolução do IPVA em caso de veículos roubados, desde que o proprietário protocole na Sefaz o pedido de restituição por meio de processo.

PARAÍBA - Segundo informações da Receita estadual, na Paraíba o IPVA é devolvido proporcionalmente, de acordo com o mês da placa final, desde que o proprietário dê entrada no pedido de ressarcimento, em qualquer repartição fiscal, com boletim de ocorrência.

CEARÁ - Não devolve. No Ceará, a Secretaria da Fazenda não prevê a devolução do IPVA em caso de veículo roubado.

RIO GRANDE DO NORTE - No Rio Grande do Norte, a legislação do IPVA prevê a devolução e restituição do valor ao contribuinte. A secretaria de Tributação tem o sistema interligado com a Polícia Civil, quando o B.O é lançado no sistema, o valou a ser cobrado ao contribuinte é suspenso. Nos casos em que o IPVA já foi pago, ou parcialmente pago, a pessoa tem que procurar a Secretaria de Tributação para dar entrada no processo de restituição. É necessário levar os documentos de posse do veículo e B.O e preenche um formulário para a restituição.

MATO GROSSO DO SUL - O IPVA deixa de ser cobrado a partir do dia do registro do crime. Esse abatimento é feito no ano seguinte. A pessoa paga apenas pelos meses que ficou em posse do veículo.

DISTRITO FEDERAL - Proprietários de automóveis que foram vítimas de roubo têm sim direito à devolução do IPVA, mas a Lei 7.431/1985 determina que o cálculo do imposto dos veículos nessa situação seja feito proporcionalmente ao tempo (dentro do ano) em que esteja na posse do contribuinte.

MATO GROSSO - A Secretaria de Fazenda (Sefaz) informa que o artigo 16-B da Lei 7301/2000 assegura ao contribuinte a restituição do imposto a partir do registro do Boletim de Ocorrência. O contribuinte precisa entrar com processo na Sefaz solicitando a restituição, que será proporcional aos meses do ano em que o motorista ficou sem o carro. A restituição acontece na cobrança do IPVA do ano seguinte.

GOIÁS - A devolução do IPVA pode sim ser feita, e é efetuada pelo Sefaz (Secretária da Fazenda). Basta preencher um requerimento online e leva-lo com o B.O e documentos pessoais para ser protocolado pessoalmente, assim o valor proporcional mês do ano é devolvido na conta da pessoa.

AMAPÁ – Não devolve. O valor não é devolvido. Mas a pessoa lesada pode recorrer à justiça pra tentar conseguir a restituição.

PARÁ – Não devolve. Não há devolução. A pessoa deve informar para o pagamento ser sustado.

TOCANTINS - Em relação à devolução do valor do IPVA, em caso de veículos roubados, informamos que o contribuinte, com o Boletim de Ocorrência em mãos, pode pedir a isenção do IPVA, e caso já tenha sido pago, pode também pedir a restituição do valor devido, por meio de processo na Agência de Atendimento da Secretaria Fazenda, após a confirmação do Detran, sobre o referido delito.

AMAZONAS - Se a pessoa tem o veículo roubado, ela tem que comunicar diretamente à Sefaz para que não haja a cobrança do IPVA. Se caso o veículo for encontrado, o responsável pelo carro terá de comunicar à Sefaz para regularizar a cobrança e logo ter os documentos do carro em dia. A legislação prevê a restituição proporcional se o imposto não estiver vencido.

ACRE – Não devolve. No Acre não existe devolução do IPVA.

RONDÔNIA - Quando o motorista apresenta o boletim de ocorrência na Secretaria de Finanças, o IPVA deixa de ser gerado, mas, para ser restituído, o proprietário do veículo precisa entrar com um requerimento e aguardar o posicionamento da Secretaria, que pode ser favorável, ou não.

RORAIMA - A Secretaria Estadual de Comunicação informa que uma vez que o B.O. (Boletim de Ocorrência) de roubo ou furto de qualquer veículo é apresentado, a Sefaz (Secretaria Estadual da Fazenda) suspende a cobrança de débitos referentes ao IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) do veículo.

SÃO PAULO - Devolve aos proprietários que tiveram seus veículos roubados ou furtados no ano anterior, no Estado de São Paulo. O reembolso é referente à restituição proporcional do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e beneficia os proprietários que haviam pago o imposto quando ocorreu o crime.

RIO DE JANEIRO - Para restituir o valor do IPVA, o motorista não é avisado e tem que abrir um processo nas inspetorias para obter a restituição. O registro do Boletim de Ocorrência é basta para obter o direito à restituição, nos termos do art. 13-A da Lei 2877/97, pois há comunicação entre os sistemas do DETRAN_RJ e da SEFAZ_RJ, que permitem que seja visualizado o cadastro do roubo nos sistemas. O formulário de restituição está no site da Secretaria da Fazenda.

ESPÍRITO SANTO - No Espírito Santo, a restituição do IPVA é feita no exercício subsequente ao furto ou roubo, proporcional ao número de meses em que o proprietário não teve a posse do veículo. Após o registro do roubo, mediante sua comprovação, o sistema já não calcula o IPVA dos exercícios subsequentes, até que o veículo seja eventualmente recuperado.

MINAS GERAIS - O valor devolvido é proporcional ao período em que o proprietário ficou sem o veículo. Para ter direito à restituição, o requerente não pode estar inadimplente com o próprio imposto e deve ter a Certidão de Débito Tributário (CDT) negativa, ou seja, não dever nenhum outro tributo ao Estado.

SANTA CATARINA – Não devolve. Segundo o Detran, não há devolução de IPVA em caso de veículo roubado.

RIO GRANDE DO SUL - No Rio Grande do Sul, existe a possibilidade de restituição proporcional ao mês da ocorrência.

PARANÁ – Não devolve. Segundo apuração, existe sim a possibilidade da devolução do IPVA, porém tem entrar com um processo. Não tenho maiores informações, pois a competência do IPVA é da Secretaria da Fazenda.

Fonte: http://g1.globo.com

Prazo novo só vale para pontos computados a partir de novembro passado, quando houve a mudança na lei, informa Denatran.

O tempo mínimo de suspensão para quem atingiu 20 pontos ou mais na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) dentro de 1 ano aumentou em novembro passado. Foi de 1 mês para 6 meses.

A mudança aconteceu na mesma época em que o valor de todas as multas foi reajustado e começaram a valer outras alterações no Código de Trânsito.

O prazo máximo de suspensão para quem acumula 20 pontos ou mais continua sendo de 1 ano.

Para quem voltar a atingir essa pontuação dentro de 1 ano, a penalidade mínima passou de 6 para 8 meses. A máxima continua em 2 anos.

Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), no entanto, para o motorista estar sujeito aos novos prazos, todos os pontos têm de ter sido atribuídos depois de 1º de novembro, quando a mudança na lei começou a valer.

Por isso, levando também em conta que existe um tempo entre o cometimento de uma infração e a suspensão ser efetivada, ainda não há muitos motoristas submetidos ao novo prazo, diz o Detran-SP.

Veja abaixo perguntas e respostas sobre a suspensão da CNH.

1) O prazo de suspensão para quem atinge 20 pontos ou mais na CNH mudou?
Sim. Desde 1º de novembro de 2016, o tempo mínimo de suspensão do direito de dirigir para quem atinge 20 pontos na carteira em 1 ano passou de 1 mês para 6 meses. O prazo máximo continua sendo de 1 ano. Se o motorista voltar a atingir essa pontuação dentro de 1 ano, a penalidade passou a ser de 8 meses a 2 anos; antes eram 6 meses a 2 anos. Isso está na lei 13.281, que alterou o artigo 261 do Código de Trânsito Brasileiro.

2) A mudança já está valendo?
A lei passou a vigorar em 1º de novembro de 2016. Mas, para o motorista estar sujeito aos novos prazos, todos os pontos têm de ter sido atribuídos a partir dessa data, informa o Denatran.

3) Quem define se o motorista ficará suspenso por 6 meses ou mais?
Segundo o Denatran, "o período de suspensão será definido pela autoridade de trânsito responsável pela aplicação da penalidade", ou seja, os Detrans. O Detran-SP informou que o tempo varia "de acordo com o tipo e a gravidade das infrações, além de ser levado em conta o histórico do condutor (se é reincidente em suspensão, se já teve a CNH cassada, etc.)". O tempo de suspensão é informado quando a penalidade é confirmada, após os prazos para defesa do condutor.

4) Existem casos em que a suspensão é maior?
O prazo de suspensão para quem torna a atingir 20 pontos ou mais em 1 ano é maior, de 8 meses a 2 anos. Além disso, existem infrações em que é prevista a suspensão do direito de dirigir independentemente do número de pontos que o motorista tenha. Algumas dessas infrações já têm o período de suspensão definido, como dirigir alcoolizado ou recusar teste do bafômetro (1 ano). Outras, como guiar moto sem capacete ou dirigir em velocidade 50% acima do limite da via, não têm um prazo especificado na lei. Nesse caso, o tempo de suspensão vai variar de 2 a 8 meses.

5) Como fico sabendo quantos pontos tenho?
Os Detrans costumam disponibilizar a consulta nos sites. Alguns oferecem o serviço de aviso quando o motorista está prestes a atingir 20 pontos. É o caso do Detran-SP: quem se cadastra no site e autoriza o envio de SMS recebe mensagem quando atinge de 12 a 19 pontos.

6) Como descubro se minha CNH foi suspensa?
O motorista é notificado, via correio, pelo Detran; para isso, é preciso manter os dados atualizados no departamento. Primeiro, ele é avisado de que foi instaurado o processo de suspensão do direito de dirigir. O condutor tem um prazo para se defender. Se a punição for confirmada, ele será avisado disso e do prazo de suspensão. Os nomes dos motoristas que correm o risco de ter a CNH suspensa e dos que tiveram a suspensão efetivada também são divulgados no Diário Oficial do Estado.

7) Posso recorrer da suspensão?
Sim. Após receber a notificação da abertura do processo de suspensão, o motorista pode apresentar sua defesa por escrito em 1ª instância, até a data-limite que consta na carta enviada pelo órgão. Segundo Detran-SP, a data-limite sempre dá um prazo de pelo menos 30 dias a partir da entrega da correspondência para o condutor apresentar a defesa. A contagem do prazo de suspensão não começa enquanto não sair o resultado da análise da defesa. Caso o recurso seja indeferido (recusado), o condutor poderá recorrer em 2ª instância ao Conselho Estadual de Trânsito (Cetran). O recurso deve ser feito por escrito e entregue em até 30 dias a partir do resultado da análise do primeiro recurso. Se todos os recursos forem indeferidos, a penalidade de suspensão do direito de dirigir será aplicada.

8) O que acontece depois que fui suspenso?
É preciso entregar a CNH ao Detran e fazer o curso de reciclagem no Detran ou em um Centro de Formação de Condutores (CFC) credenciado. Alguns estados, como o de SP, permitem fazer o curso online, em CFCs autorizados. Para saber se há essa possibilidade, consulte o Detran do seu estado. Após cumprir o prazo de suspensão, o motorista deve entregar o certificado do curso de reciclagem e solicitar a retomada da CNH.

9) Qual a punição por dirigir com a CNH suspensa?
Quem for pego nessa condição terá a CNH cassada. Além disso, trata-se de infração gravíssima com o valor da multa multiplicado por 3.

10) Qual a diferença entre suspensão e cassação da CNH?
A cassação é uma punição mais severa: o motorista perde o direito de dirigir por 2 anos. Ela acontece se o condutor que estiver cumprindo suspensão for pego dirigindo ou em casos de reincidência, dentro de 1 ano, de determinadas infrações, como dirigir sem a CNH ou com habilitação de categoria diferente, dirigir alcoolizado, etc. Se o motorista tiver a CNH cassada enquanto ainda cumpre suspensão, somente após o término do tempo de suspensão e realização do curso de reciclagem é que a penalidade de cassação começa a ser contada. A partir daí, o motorista pode recorrer da cassação. Após o cumprimento do prazo da penalidade de cassação, o condutor pede autorização ao Detran para iniciar o processo de reabilitação, se quiser voltar a dirigir. É preciso fazer todos os exames como se fosse tirar a habilitação pela 1ª vez (médico, psicológico, prova teórica, prática...), mas, em vez de aulas de autoescola, a pessoa passa por um curso de reciclagem.

11) Se fui notificado sobre uma multa, quais são os meios legais para não ficar com os pontos?
Se o motorista perceber erros ou inconsistências na Notificação de Autuação de Infração de Trânsito ou no Auto de Infração de Trânsito, ele pode fazer uma defesa prévia – ou seja, antes da aplicação da penalidade. Se a defesa não for feita ou não for aceita, ele receberá a multa e poderá entrar com recurso na 1ª instância à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari), dentro do prazo estabelecido. Há ainda a possibilidade de recorrer em 2ª instância ao Conselho Estadual de Trânsito de São Paulo (Cetran). Caso, no momento do cometimento da infração, outra pessoa estiver ao volante do veículo, o motorista poderá apontar o infrator, preenchendo o formulário que existe no documento de notificação da infração e anexando a cópia da CNH da pessoa indicada, que também deve assinar o formulário. O Detran-SP alerta que esses processos têm a mesma duração se forem feitos pelo motorista junto ao Detran ou por meio de despachantes.

12) Posso converter multa em advertência?
Sim, em certos casos. O motorista pode fazer isso após ser notificado da infração, dentro do prazo de defesa (30 dias, em média). Mas a advertência só é possível nas seguintes situações:

- a infração de trânsito deve ter sido de natureza leve ou média (3 ou 4 pontos), como a multa por desrespeitar o rodízio de veículos em São Paulo;

- o condutor não pode ter cometido o mesmo tipo de infração nos últimos 12 meses;

- a CNH deverá estar em situação regular (não ter sido cassada ou suspensa).


Sim, se alcançar os 20 pontos dentro de 1 ano. Porém, desde 2015, quem exerce atividade remunerada em veículo, habilitado na categoria C (ex: caminhão), D (ônibus) ou E (veículo com reboque acoplado), pode optar por participar de curso preventivo de reciclagem sempre que, no período de 1 ano, atingir 14 pontos. Após a conclusão do curso, a pontuação é eliminada.
O motorista, no entanto, não pode solicitar o curso preventivo mais de uma vez dentro de 1 ano.


Fonte: http://g1.globo.com

A resposta é: EM TERMOS. Se você realmente decidiu atravessar um alagamento com seu carro, o importante é manter a rotação do motor entre 1.500 e 2.000 rpm durante a travessia. Quando trocamos a marcha, temos como procedimento tirar o pé do acelerador e, assim, momentaneamente, a rotação passará a ser de marcha lenta. Isso pode não ser suficiente para que os gases do escapamento impeçam a entrada da água.

É claro que pode ocorrer um imprevisto à sua frente e você terá que mudar a marcha, para alterar a velocidade. Para isso, volte aos tempos em que você estava aprendendo a dirigir e acelerava mais do que precisava: faça a troca sem tirar o pé do acelerador.

Mas, lembre-se: nunca passe por um alagamento se a altura da água nos carros à frente superar a metade da roda. E, se o motor morrer durante a travessia, ou quando o carro estiver estacionado em meio a uma enxurrrada, jamais religue. Chame um guincho.

Câmbio automático
Se o carro tiver câmbio automático, coloque a alavanca na posição 1 e acelere até 2.000 rpm, nesta posição. Assim, o câmbio permanecerá na primeira marcha.

Quando se coloca na posição 2, o câmbio não ultrapassa a segunda marcha, porém, em função da velocidade, ele fica alternando entre a primeira e segunda, o que não ideal.

O importante é manter a aceleração.

Fonte: http://g1.globo.com/carros

O céu está fechando, aquele temporal se aproxima e você dentro do carro: é normal bater aquele medo de ficar ilhado. A primeira atitude é evitar as vias que sempre alagam, mesmo que isso signifique rodar mais.

Faça as contas: de que adianta economizar R$ 10 de gasolina se, caso o motor trave em um alagamento, sendo bem otimista, você terá que gastar R$ 5 mil para arrumá-lo e tirar o cheiro de mofo que ficará dentro do carro? Portanto, faça seu percurso pela região alta da cidade.

Você deve estar me perguntando: "Mas e se eu for pego em um congestionamento e água começar a subir?" Tenha em mente que, em 98% dos casos, a água entra no motor pelo tubo do filtro de ar que fica na parte da frente do veículo, atrás da grade, ao lado do farol.

Mas ela não pode entrar pelo escapamento? Pode, mas é mais difícil, até porque, com o carro ligado, a água terá que vencer o fluxo de gases que estão saindo dali.

A questão é que, na enchente, o motor funciona como um grande aspirador de pó, sugando a água que está à frente do carro. Por isso, o primeiro passo para decidir o que fazer é verificar o nível da água.

Isso se faz olhando para a roda de outros carros -e não de um ônibus, por exemplo. Se o alagamento for até a metade da roda, tudo bem. Se passou dessa altura, você estará correndo um sério risco caso entre em uma valeta ou um caminhão passe no sentido contrário, formando aquela indesejada marola.

Se a água passar pela grade frontal enquanto você cruza o alagamento, ou seja, com o motor em movimento, ele agirá como um aspirador e vai sugá-la.

Morreu? Jamais dê partida
A dica fundamental é a seguinte: se o motor do seu carro "morrer" no alagamento, NÃO DÊ PARTIDA.

O que aconteceu foi que o motor parou, a entrada de ar foi bloqueada pela água e, sem ar, a mistura ar/combustível não queimou e o motor apagou.

Controle sua ansiedade e não tente ligar o carro de novo: assim, seu motor estará preservado.

Se você não ouvir meu conselho, ao dar a partida, movimentará os pistões do motor, através do motor de partida, e acabará sugando a água para dentro dos cilindros. Aí, já era!

Quer saber por que estraga o motor? É simples: os pistões do seu carro normalmente comprimem uma mistura de ar e combustível. O ar admite a compressão, mas os líquidos não podem ser comprimidos. Por isso, a biela do motor entortará, empurrando inclusive o pistão para as paredes do cilindro, gerando avarias a diversas peças do motor, como válvulas, bronzinas, comandos de válvula e virabrequim.

O jeito certo de passar
Se depois de ter lido tudo isso você ainda se achar o “diferentão” e resolver passar pelo alagamento, pelo menos vá com baixa rotação do motor, pois, em altas rotações, a sucção de água será tão grande que o motor vai morrer porque já travou.

E se o carro for coberto pela água?
Se seu carro estava estacionado e foi coberto pela enchente, não se esqueça: não dê a partida, pois o motor pode estar cheio de água. Guinche para uma oficina para tirar a água.

Além disso, será preciso verificar a necessidade de troca de óleo do motor, do câmbio e do diferencial.

Solicite também a substituição da manta de algodão que fica em baixo do carpete: essa manta e as espumas dos bancos são os grandes responsáveis pelo mau cheiro que poderá permanecer dentro do carro.

Se você conhece algum motorista afoito, envie essa matéria para ele e me ajude a salvar alguns motores.
Valeu!

Fonte: http://g1.globo.com/

Quando entramos em uma loja de carros usados temos a impressão de que todos os modelos expostos estão ótimos, brilhantes e imponentes. Mas aparência não é garantia de boa compra: o ideal seria termos também uma "visão de raio X", para saber como o carro está por dentro... Afinal, todas as peças têm uma vida útil, mas a pintura praticamente não tem fim: se ficar opaca, é só polir.

Um dia desses, conversando com um médico endocrinologista, ele me dizia que os órgãos do corpo não envelhecem ao mesmo tempo: alguns precisam cuidados antes que outros; O envelhecimento não é uniforme, mas quem observa uma pessoa por fora não enxerga o verdadeiro estado clínico do pulmão, fígado, rins, coração, etc.

Nos carros acontece o mesmo: não pense que aquele carro que você viu na loja brilhando “está batendo um bolão”. Nos carros as peças se desgastam em quilometragens diferentes, mas a parte externa do carro costuma durar mais que todas as outras e acaba dando a impressão que em baixo do capô está tudo bem, só que não. A solução é: examine o porta-luvas!

No vídeo acima e na lista abaixo, você verá o quanto duram as peças principais, em média. Isso não é, necessariamente, um raio X do seu carro, pois a vida útil de cada item depende muito da qualidade de fabricação e, principalmente, de como o motorista conduz o veículo.

No manual do proprietário, geralmente guardado no porta-luvas, você encontrará informações preciosas para saber se esses ciclos de vida foram respeitados. Então, se for comprar um carro usado, primeiro observe a quilometragem que ele tem; em seguida, vá em busca de notas fiscais que comprovem que foram feitos os serviços abaixo.

Aos 5.000 km: troca do óleo do motor.

Aos 10.000 km: nova troca de óleo e também dos filtros (todos), rodízio de pneus e alinhamento das rodas. Se o motorista anterior também substituiu as pastilhas de freio nessa quilometragem, é sinal de que ele anda forte: fique de olho nos serviços realizados nas quilometragens seguintes.

Aos 15.000 km: óleo do motor de novo: o rigor nas trocas deveria ditar a vida útil deste motor.

Aos 20.000 km: era o momento de substituir as velas, mesmo que o carro não estivesse falhando. Adiar a troca poderia acarretar em maior consumo de combustível.

Também era preciso ter feito novo rodizio de pneus, alinhamento e balanceamento, se necessário. E trocado todos os filtros novamente e substituído o óleo de freio. Verifique ainda se a água do sistema de arrefecimento foi substituída e se foi acrescentado o aditivo recomendado.

Pastilhas e discos de freio em bom estado aos 20 mil km são um sinal de que motorista era cauteloso.

Aos 25.000 km: nova troca do óleo do motor.

Aos 30.000 km: fique atento ao estado dos pneus: quem costuma abastecer o tanque e não calibra os pneus começa a pagar a conta a partir desta quilometragem.

Era hora de nova troca dos filtros (todos), do óleo do motor e de refazer o alinhamento.

A maioria das baterias originais duram mais de 2 anos: verifique o visor, na parte superior da bateria, ele tem que estar verde, se estiver preto é um indicador de problema ou na bateria ou no alternador.

Aos 35.000 km: procure sempre por notas fiscais de pastilhas ou lonas do freio dianteiro e traseiro, e verifique vazamentos de óleo de freio nos cilindros de roda. Era hora de trocar de novo o óleo do motor.

Aos 40.000 km: confira o estado dos pneus: na maioria dos casos nesta quilometragem eles já deveriam ser substituídos.

Novamente está na hora de trocar velas, óleo de freio, óleo do motor e repor a água do sistema de arrefecimento e o aditivo.
Se o carro tiver câmbio automático, em alguns modelos, é o momento de trocar também o óleo do câmbio: consulte o manual para saber.

45.000 km: mais uma troca do óleo do motor.

Aos 50.000 km: nesta quilometragem, muita gente vende o carro. É aqui que tem que substituir as correias dentada e serpentina, bem como seus esticadores.

Faça uma conta: se o antigo proprietário usava óleo de motor para 5.000 km, você tem que achar as notas fiscais de pelo menos 9 trocas. Se ele usou óleo para 10.000km, deve ter no porta-luvas pelo menos documentação de 4 trocas.

Verifique também se parte do escapamento já foi substituída: é difícil encontrar escapamentos que resistam a mais de 50.000 km com os nossos combustíveis.

Fonte: http://g1.globo.com/carros/blog/oficina-do-g1

Na época de chuva, um dos maiores problemas enfrentados pelos motoristas é a redução da visibilidade. Por isso, é imperativo cuidar bem dos itens que garantem a boa visão
PARA-BRISA Geralmente, ele acumula sujeira, insetos e outros obstáculos visuais. Por isso, é fundamental mantê-lo limpo. E existem produtos específicos para isso, que são encontrados em lojas e concessionários. Antes de escolher determinada marca, peça a opinião de especialistas e de pessoas que já usaram, lembrando que os melhores são aqueles que deixam o vidro mais transparente, sem resíduos e sem embaçamentos. Produtos com borrifador facilitam a aplicação. Use um pano ou uma flanela bem limpos para espalhar o líquido.
É BATATA! Se você não tem um produto específico para a limpeza do para-brisa em casa e está precisando deixá-lo limpo, por exemplo, para viajar, uma dica é cortar uma batata ao meio e depois deslizá-la por toda a extensão do vidro por dentro e por fora. Isso fará com que a limpeza seja mantida e evitará o embaçamento. Não se preocupe, pois a batata não risca o vidro.
AR-CONDICIONADO É a melhor solução para desembaçar os vidros em dias de chuva. Por isso, cuide bem do sistema, mantendo-o em perfeito estado.
CASEIRAS Para quem não tem ar-condicionado no carro, existem algumas soluções caseiras que podem ajudar, ainda que por pouco tempo. Passar uma barra de sabão neutro sobre o vidro, deixando uma camada bem grossa, secando com pano absorvente em seguida, vai evitar o embaçamento. Isso também não risca o vidro. Outra alternativa é misturar água e vinagre em um recipiente (na proporção 50%/50%) e espalhá-la pelo vidro com uma tolha de papel. Depois, seque.
LUZ DOS OLHOS Os faróis devem estar sempre regulados e funcionando de forma perfeita (sem luzes queimadas, lentes quebradas etc.), seja com chuva ou sol. Quando começar a chover, deve-se acender logo os faróis baixos, mesmo durante o dia. Para aumentar a segurança, ao parar em um posto limpe faróis e lanternas traseiras, pois a sujeira reduz de forma significativa a capacidade de iluminação, além de alterar a trajetória dos fachos. Cuide das lanternas traseiras e nunca acenda a luz de neblina sem estar sob nevoeiro. Essa luz ofusca muito o motorista do carro de trás quando não há neblina.

Para quem gosta de cuidar de carro, ver um motor sujo não é legal, mas sempre pinta aquela dúvida: se eu o lavar será que vou estragar alguma peça? Essa preocupação tem origem nos carros carburados: antigamente, quando lavávamos o motor nos postos de combustíveis, as famosas mangueiras de pressão inseriam a água dentro do distribuidor (peça que fazia a distribuição da corrente elétrica para cada vela do motor) e, depois de lavar, o motor o carro não pegava.

Com a chegada da injeção eletrônica, esses sistemas de distribuição mudaram. Porém, as novas tecnologias invadiram o compartimento do motor com módulos eletrônicos e conectores elétricos que também se danificam quando a água tem acesso a seus circuitos eletrônicos.

Você pode estar me perguntando: então, não posso lavar o motor? Pode. O problema não é a água, mas sim a pressão da água. Para que você entenda melhor, lembre-se: existem relógios à prova de água e relógios para mergulho (que aguentam a pressão). O seu carro é semelhante a um relógio, que apenas pode tomar chuva.

Veja o passo a passo
Existem empresas especializadas em lavar motores, mas, se você pretende fazer isso sozinho, o primeiro passo é identificar os pontos vulneráveis. São os módulos e sensores eletrônicos que estão instalados ao lado do motor (veja na foto abaixo). Alguns estão fixados ao painel traseiro do motor (continuação do para-brisa).

Os principais são: módulo da injeção eletrônica, módulo do ABS, modulo de carroceria, alternador, bobina, caixa de relés... todos aqueles componentes onde você identificar a conexão de um chicote elétrico.

Se for usar uma máquina de pressão de água, com o carro DESLIGADO, envolva com um saco plástico todas estas peças, inclusive a bateria, para que o jato de água não atinja diretamente as vedações.

Verifique também se a tampa de reposição de óleo do motor e do reservatório da direção hidráulica estão bem fechadas. Certifique-se de que a varetas medidoras do óleo do motor e do câmbio automático também estejam bem encaixadas.

Não desligue as conexões da bateria: dependendo do modelo de carro, você poderá perder algumas programações dos módulos eletrônicos. Se eles estiverem sujos no final da lavagem, aplique um limpa-contato.

Não utilize produtos ácidos
Nunca use solventes, sabão em pó ou desengraxantes a base de petróleo, como querosene, ou ácidos que possam reagir com as borrachas de vedação. Estes produtos também ressecam as mangueiras e correias.

Além disso, desengraxantes muito potentes, quando pressionados com água sobre os rolamentos como os esticadores de correia, acabam retirando a lubrificação interna do rolamento e, algumas semanas depois, você começará a ouvir ruídos agudos gerados pelo desgaste interno.

Você pode utilizar alguns detergentes caseiros ou produtos específicos para este fim encontrados em lojas de autopeças. Aplique sobre o motor e deixe por um tempo, para que eles dissolvam a sujeira. Depois aplique a água, com cuidado. Uma escova de nylon ajudará a remover a sujeira nos cantos mais difíceis.

Seu carro tem mais de 10 anos?
Nos veículos novos e seminovos, os anéis e retentores utilizados para impedir a entrada de água e poeira costumam estar em bom estado e a probabilidade de dar problema é pequena. Já nos carros com mais de 10 anos estes mesmos anéis e vedadores estão ressecados devido à caloria recebida do motor durante todo esse tempo, e um jato de água mais forte poderá danificá-los permanentemente.

Lavar com vapor é melhor
Uma forma inteligente e sustentável de lavar seu motor sem produtos químicos é utilizar máquinas de pressão de vapor. A água quente desengordura e tira as manchas nos cantos onde nem a escova tem acesso. Também nesse tipo de lavagem valem todos os cuidados que mencionei acima.
O grande diferencial da máquina de pressão a vapor é o baixo consumo de água. Afinal, o comprometimento com o consumo racional de água é um dever de todos nós.

Fonte: http://g1.globo.com/

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