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VERDADE. Chego a passar mal quando vejo alguém dar ré ao estacionar e prensar a roda na guia. Ou nos piores casos, até a subir na calçada. Ralar a roda na guia, além dos problemas visuais imediatos, como ficar com a roda ralada ou quebrar a calota, pode trazer alguns problemas de médio e longo prazos. Para quem não sabe, no meio da borracha do pneu existe uma malha de aço que dá resistência à estrutura do pneu. Cada vez que você prensa o pneu lateralmente na guia, além de provocar o escape de ar, acaba produzindo pequenas deformações nesta malha, deixando o pneu torto e menos resistente, gerando vibrações e barulho. Atrás da roda, instalado no cubo, encontra-se o famoso rolamento de roda, peça importantíssima que gira milhões de vezes durante a vida útil do carro. Por ser tão solicitado, ele é fabricado com um alto nível de precisão. Suas esferas e a pista de rolamento são retificadas e não podem conter qualquer irregularidade. Quando encosta a roda na guia, você está produzindo uma força no sentido do eixo (força axial) e, nesse sentido, o rolamento é menos resistente. Isto não significa que ele não suporte forças axiais, não…
Recentemente surgiu uma notícia no mínimo curiosa de um norte-americano que rodou nada menos que 1.600.000 quilômetros com um Toyota Tundra 2007. Para ser sincero, acho muita quilometragem para pouco tempo de uso, mas resolvi pegar o gancho para discutir o tema longevidade do motor. Alcançar um milhão de quilômetros no odômetro não é impossível, mas também não é uma tarefa fácil. Será preciso fazer as manutenções como se estivesse cuidando de uma aeronave e isto, com certeza, custará um bom dinheiro. Segundo noticiado, o esquema de manutenção da picape foi rígido. É como o utilizado em aviões monomotores e bimotores e, pasmem, existem aviões em que o custo de manutenção, quando transformado de horas para quilômetros percorridos, é mais barato do que a manutenção de muitos carros de luxo. Mas este é um assunto que vou abordar outro dia... Depende de vocêÉ verdade que alguns carros são melhores. Com o tempo, as pessoas vão identificando quais modelos aguentam mais desaforos do que outros, mas posso garantir que a vida útil dos motores atuais depende muito mais dos cuidados dos motoristas do que do fabricante, das estradas ou do governo. Dentro do motor, a movimentação é muito intensa e pequenos…
Muita gente já teve vontade de comprar um compressor e uma pistola de ar para repintar o próprio carro. Nada é impossível para quem está disposto a buscar conhecimento e possui dinheiro suficiente para comprar os materiais e os equipamentos adequados, mas é preciso estragar muitas peças antes de encarar a sua "viatura". O primeiro obstáculo que vai aparecer é onde pintar? Pode parecer simples, mas não é: a poeira é um grande vilão do processo. Quando visitei a construção da fábrica da GM em Gravataí (RS), um dos engenheiros da obra me disse que a instalação dos equipamentos era fácil, difícil era eliminar toda a poeira da obra do setor de pintura. Um grão de terra que estivesse na estrutura do telhado era suficiente para estragar toda a pintura de um carro. Preparo da superfícieO importante é saber que cada tipo de superfície exige uma preparação diferente: se for aplicar a tinta sobre uma superfície que já possui tinta é uma preparação. se a superfície está lixada, é outra. E, se a peça é nova, os cuidados são diferentes. Esta fase de preparo da superfície é muito importante para dar aderência ao material que será aplicado. Durante a aplicação…
Quando o carro fica sem bateria, a primeira coisa que vem a cabeça é fazer uma "chupeta", como é popularmente conhecida a ligação em paralelo com outra bateria. É uma operação delicada: as montadoras não recomendam, pois, se alguns cuidados não forem observados, este procedimento poderá desestabilizar o sistema elétrico dos dois carros, gerando picos de corrente que danificarão módulos e sensores eletrônicos. Em situações extremas, um curto circuito poderá até gerar a explosão da bateria e consequente incêndio do motor. Quando fazer?A bateria perde sua carga quando o sistema elétrico está em curto ou quando você estacionou o carro e deixou algo ligado, como por exemplo: lanternas, rádio, luz interna de cortesia, luz do porta malas, capô do motor, módulo de potência, enfim, qualquer sistema que consuma a carga da bateria, deixando a tensão tão baixa que o motor de partida não consegue virar o motor. Como fazer?De posse de cabos apropriados com o sistema de garras tipo jacaré nas pontas, aproxime outro carro que esteja com a bateria boa, de forma que o comprimento dos cabos possa ligar as duas baterias simultaneamente. Antes de abrir o capô e fazer qualquer ligação, certifique-se de que todos os equipamentos elétricos…

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