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Você já deve ter passado por uma situação onde o trânsito para repentinamente ou um pedestre cruza inesperadamente a sua frente, e você se vê obrigado a frear e, ao mesmo tempo, mudar de faixa. Muita gente perde a direção e acaba saindo da pista e, muitas vezes, esse descontrole termina em capotamento. A situação só piora quando a chuva entra em cena. O Controle Eletrônico de Estabilidade, conhecido pelas siglas ESP (de Eletronic Stability Program) ou ESC (Eletronic Stability Control), visa reduzir as chances desse tipo de acidente. Ele funciona assim: através de vários sensores instalados nas rodas, na caixa de direção e no eixo longitudinal, o modulo eletrônico do ESP identifica que o carro se movimenta em um sentido diferente daquele estabelecido pelo motorista. Através de 25 leituras por segundo, ele compara a direção do volante com a trajetória real que o carro está assumindo (derrapando ou saindo de frente). E, em uma fração de segundo, o módulo age, aliviando a tração do motor e aplicando (pulsando) o freio na roda mais indicada, para restabelecer a trajetória original. Apesar de serem sistemas gerenciados por diferentes módulos, o controle de estabilidade e o sistema ABS (de antitravamento das rodas)…
MITO Seu carro foi projetado e dimensionado para dar a partida sem a necessidade de pisar na embreagem. Você deve estar me perguntando: mas, se eu pisar na embreagem, facilitarei o sistema de partida e economizarei bateria? Sim, mas essa vantagem é pequena. De fato, o motor de partida gera um pico de corrente, para girar o motor do carro e também movimentar a transmissão (câmbio). Quando pisa na embreagem ao ligar o carro, você deixa de girar o câmbio junto com o motor; aliás, uma parte do câmbio, pois ele estará na posição de ponto morto. Acontece que, apesar de a partida demandar um alto consumo de energia, ele ocorre em um curto espaço de tempo. Se sua bateria estiver boa, isso não resultará em grandes problemas, até porque o ar-condicionado e todos os equipamentos elétricos estarão desligados. Se formos realmente mensurar os grandes responsáveis pelo consumo da energia da bateria, pode ter a certeza que um módulo de som e os faróis terão um peso muito maior na durabilidade dela, em função do tempo em que são utilizados. Outra situação que diminui a vida útil da bateria e do motor de partida ocorre quando você tem problemas para…
O motor cansado é aquele que se desgastou internamente, gerando folgas excessivas entre anéis dos pistões e o os cilindros, e também entre bielas e virabrequim. Ele tem como sintomas, além da fumaça, falta de potência e alto consumo de óleo de motor (mais de 1 litro para cada 1.000 km) -- isto ocorre porque, devido às folgas, o lubrificante acaba invadindo a câmara de combustão e queimando junto com o combustível, gerando a famosa fumaça azulada. Ruído metálico ao acelerar, ponteira do escapamento melada de óleo, velas encharcadas de óleo e baixa compressão nos cilindros também são indicadores que seu motor precisa de uma retífica. O que faz o motor durar menos?Todo motor possui uma vida útil e são muitas as variáveis que vão determinar quanto tempo ele funcionará corretamente, mas pode ter certeza de que a maioria dos problemas que diminuem a vida útil de um motor dizem respeito a você, motorista. São muitos anos vendo motores travar (estragar) por esquecimento das trocas de óleo, por quebra da correia dentada, por atravessar áreas alagadas sem o devido cuidado ou por falta de água no sistema de arrefecimento. Eu sei que culpa pode ser do antigo proprietário, mas “a…
Em dias de chuva, a dica é procurar um caminho por regiões mais altas da cidade. É melhor optar por um roteiro mais longo do que correr o risco de perder seu patrimônio. Lembre-se: o seguro poderá se negar a cobrir os prejuízos caso consiga provar que o motorista foi negligente. Veja abaixo algumas dicas para o caso de se deparar com um trecho de alagamento. Como saber se dá para passar pelo alagamento?1) Lembre-se: a entrada de ar do motor costuma estar na altura dos faróis (veja na foto abaixo). Assim, a água não deve ultrapassar a metade da roda. 2) Observe a altura da água olhando os veículos (ônibus, caminhões) que vêm no sentido contrário. 3) Cuidado com valetas, depressões e buracos que possam estar submersos, evitando que a água alcance a entrada do filtro de ar. 4) Cuidado com as marolas provocadas pelos veículos que seguem no sentido contrário. 5) Se decidir atravessar, faça-o bem devagar: vá devagar, para não criar ondas e fazer a água alcançar áreas mais altas do seu carro. Se no meio da travessia o motor apagar, NÃO DÊ PARTIDA: isto é um sinal que a água tampou a entrada de ar do…

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