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Em dias de chuva, a dica é procurar um caminho por regiões mais altas da cidade. É melhor optar por um roteiro mais longo do que correr o risco de perder seu patrimônio. Lembre-se: o seguro poderá se negar a cobrir os prejuízos caso consiga provar que o motorista foi negligente. Veja abaixo algumas dicas para o caso de se deparar com um trecho de alagamento. Como saber se dá para passar pelo alagamento?1) Lembre-se: a entrada de ar do motor costuma estar na altura dos faróis (veja na foto abaixo). Assim, a água não deve ultrapassar a metade da roda. 2) Observe a altura da água olhando os veículos (ônibus, caminhões) que vêm no sentido contrário. 3) Cuidado com valetas, depressões e buracos que possam estar submersos, evitando que a água alcance a entrada do filtro de ar. 4) Cuidado com as marolas provocadas pelos veículos que seguem no sentido contrário. 5) Se decidir atravessar, faça-o bem devagar: vá devagar, para não criar ondas e fazer a água alcançar áreas mais altas do seu carro. Se no meio da travessia o motor apagar, NÃO DÊ PARTIDA: isto é um sinal que a água tampou a entrada de ar do…
Para descer uma serra não basta fazer aquela revisão simples que muita gente faz, de verificar óleo, água e calibrar os pneus no posto. Infelizmente, é nas situações de emergência que você acaba descobrindo que seu carro estava com um problema sério e necessitava de uma manutenção mais detalhada. O primeiro problema que vou citar são os vazamentos nos cilindros de roda do freio traseiro. Comece a reparar nas marcas de pneus no asfalto das estradas e você verá que estas marcas de frenagem no chão não são iguais. Algumas vezes elas só marcam o asfalto de um dos lados do carro: isso significa que o freio somente acionou as rodas de um dos lados. Em outros casos, você pode ver a marca de pneu de um lado e, somente alguns metros à frente, aparece a marca de pneu do outro lado. Isto significa que o freio traseiro estava desregulado, ou seja, uma das rodas freou primeiro que a outra. Todos esses sinais são prenúncios de que este carro estava com problema nos freios e seu motorista descobriu no pior momento possível. Se você é daqueles que descem a serra o tempo todo com o pé no freio, poderá causar…
Embora não ocorra com frequência, o vidro traseiro - chamado também de vidro térmico - pode estourar inesperadamente. Por ser um vidro temperado, seu processo construtivo gera altas tensões internas, e quando quebra se parte em centenas de pedaços. O estouro pode ocorrer por dois motivos. Primeiro por uma combinação de dois fatores, que são choque térmico e um problema construtivo do vidro, que não se enquadra nas especificações da norma ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). O segundo motivo ocorre quando ele é montado sob pressão da carroceria ou da tampa traseira. Neste caso, basta uma torção de carroceria, ou uma batida de porta mais forte, para ele se tornar um monte de pedaços. Fonte: g1.globo.com
O Audi Q3 acaba de chegar à linha 2016, no Brasil, com sua primeira reestilização. O SUV ainda é importado, mas será o segundo modelo da marca alemã a ser produzido em São José dos Pinhais (PR), em março do ano que vem -- o primeiro será o A3 Sedan, em setembro próximo. A maior novidade é a opção de motor 1.4 turbo, da nova geração (EA211), feito pelo grupo Volkswagen, dono da Audi. É o mesmo disponível no Golf, só que com 10 cavalos a mais (150 cv). Ele também é combinado com transmissão automatizada de dupla embreagem, de 6 velocidadades. Possivelmente, quando for "brasileiro", o Q3 1.4 adotará o mesmo propulsor de 150 cv, só que flex, que a marca já confirmou que equipará o A3 Sedan. Mais longe do EvoqueCom este motor, o modelo passa a ser o SUV de luxo mais "barato" do país, considerando o preço da versão de entrada, Attraction: R$ 127.190. O principal concorrente em vendas do modelo da Audi, o Range Rover Evoque, começa em R$ 197.500, mas só tem motor 2.0, de 240 cv, a gasolina, ou 190 cv, a diesel, sempre com câmbio automático de 9 marchas. Assim, o Q3…

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