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A Audi mostrou nesta segunda-feira (29) a nova geração do A4, nas versões sedã e "perua". Segundo a fabricante, o modelo foi completamente renovado e ficou maior, mais espaçoso e mais leve. As novas medidas do A4 Sedan são 4,72 metros de comprimento (25 milímetros a mais que o antecessor), 2,82 m de distância entre-eixos (12 mm a mais) e 1,84 metro de largura (16 mm a mais). A altura permaneceu a mesma (1,42 m). Mesmo maior, o peso foi reduzido em até 120 kg, dependendo do motor, segundo a montadora. Falando em motor, o novo A4 será oferecido na Alemanha com 7 opções, que variam de 150 a 272 cavalos de potência, entre versões de 4 e 6 cilindros a gasolina ou diesel. Os propulsores são acompanhados de transmissão manual de 6 velocidades, S tronic (automática) de 7 velocidades ou tiptronic (automática) de 8 velocidades, com tração nas rodas dianteiras ou nas 4 rodas (quattro) com controle seletivo de torque. No interior, a grande novidade é o cockpit virtual, que estreou no TT, mas ele é opcional. A Audi também desenvolveu um sistema próprio para integrar smartphones da Apple ou Android. O sistema multimídia básico tem tela de 7…
Muitas pessoas acreditam que estacionar na ladeira com as rodas da frente viradas na direção da guia vai ajudar caso o freio de mão falhe. Mas a prática não é recomendada. Segundo Alberto Trivellato, proprietário da loja Suspentécnica, um veículo estacionado assim fica exposto a danos graves. “Parado desta maneira, qualquer peso que o carro receba, por menor que seja, pode estragar muito”, informa. Isso acontece pela mecânica do conjunto. “A suspensão é feita de forma a aguentar muito esforço, desde que seja com o carro movimentando-se para frente ou para trás. Se o carro receber um empurrão de uma pessoa ou de uma motocicleta parado com o jogo curvado, o esforço será posto para o lado, causando um estrago grande”, diz. Ainda segundo Alberto, os danos são instantâneos e podem pesar no bolso do motorista. “Dependendo da força, todo o conjunto fica comprometido. Entorna a manga do eixo, a barra de direção, até mesmo os amortecedores. Recomento muito que as pessoas nunca estacionem assim”. E não se preocupe. O freio de estacionamento tem condições de sustentar o peso do carro quando parado. Se você perceber que isso não está acontecendo, é sinal de que há algum problema mecânico e…
Um amortecedor velho pode ser facilmente identificado ao passar sobre uma lombada, por exemplo. “O lado que estiver com o amortecedor velho, afunda mais facilmente”, afirma Sérgio Albuquerque, especialista da oficina Impacto Especiais. Outra situação que dá a dica é a hora de fazer uma curva. Neste caso, um lado também afundará mais do que o outro se o amortecedor estiver na hora da troca. Mas o amortecedor também indica visualmente quando está velho demais para o uso. Ele tende a “suar” quando antigo, permitindo a penetração de poeira e outras sujeiras. “Há casos de peças estouradas sem o dono perceber. Se houver pingos de óleo sob a roda, a chance disso ter acontecido é grande”, completa. Sérgio diz ainda que os ruídos por desgaste de borrachas são comuns, mas o de amortecedores são diferentes. “São batidas fortes, com barulho seco, facilmente o motorista percebe”, finaliza. Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/
Há quem pense que gasolina é tudo igual, mas esse é um engano que pode custar caro. As gasolinas da Petrobras contam com a mais alta tecnologia do mercado. Você sabia que na hora de abastecer o carro, a escolha do combustível pode fazer toda diferença no seu desempenho, na durabilidade do motor e no cuidado com o meio ambiente?Embora as gasolinas pareçam todas iguais, elas possuem diferenças, e as produzidas pela Petrobras têm tecnologia e qualidade que equivalem às das mais avançadas do mundo. As gasolinas brasileiras são classificadas, segundo a legislação, em dois grupos: comum, cuja octanagem mínima é de 87 IAD (sigla de Índice Antidetonante), e premium, com octanagem a partir de 91 IAD. Octanagem é a capacidade que o combustível tem, quando se mistura com o ar, de resistir a altas pressões na câmara de combustão, sem sofrer detonação. Tecnologia e inovaçãoO Brasil, em 1989, removeu o chumbo da gasolina, e a Petrobras foi pioneira em eliminar totalmente essa substância da gasolina automotiva nesse mesmo ano. Já o teor de enxofre, em 2014, diminuiu de 800 para até 50 partes por milhão (ppm), e suas gasolinas passaram a ser classificadas como S-50. Estima-se que essa queda…

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