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A Honda entrou para o Guinness, o livro dos recordes, com o modelo a diesel mais econômico já feito. Durante uma viagem de 25 dias de duração passando por 24 países europeus, a dupla Fergel McGrath e Julian Warren, dois membros do departamento de pesquisa e desenvolvimento da montadora japonesa na Europa, andaram 13.498 km com um Civic Tourer. O carro, equipado com bloco 1.6 i-DTEC turbo de 120 cv, fez a média de 35,46 km/l, ou 1.500 km com cada tanque de combustível.A saída da viagem, que começou no dia primeiro de junho, foi em Aalst, na Bélgica, para onde os dois voltaram no dia 25 do mesmo mês, tendo gasto apenas 645 euros em toda a viagem com combustível. O feito alcançado pela dupla foi 25% melhor do que o alcançado de forma oficial pela Honda em suas medições
Saiba que seu carro está desalinhado quando um ou mais desses parâmetros da suspensão estão diferentes dos projetados. Isso acontece porque, quando o veículo passa por pistas irregulares, os pontos de fixação da suspensão podem se mover saindo da fixação original. Os carros atuais permitem poucos ajustes finos, geralmente a suspensão dianteira é independente (MacPherson) e a traseira dependente (Eixo de Torção…), o que torna possível somente o ajuste da convergência ou divergência. Existem alguns modelos mais sofisticados em que é possível regular, na dianteira, além de convergência e divergência, câmber e cáster. E na traseira, câmber. É o caso da High Lux, por exemplo, e vários modelos de BMW. Então como eu regulo camber e cáster do meu carro, se a fixação do meu veículo não me permite mudar esses parâmetros? Bem, esses casos só são possiveis de correção através da troca das peças danificadas ou fazendo alinhamento técnico: deformando essas peças até que cheguem em suas dimensões normais de projeto. Vamos descobrir, então, o que é cada um destes ângulos e o que fazem o seu carro ganhar estabilidade e segurança. Convergência/Divergência: é o ajuste das rodas direcionadas, de modo que fiquem mais fechadas ou abertas na extremidade…
Dias quentes e chuvas torrenciais "pedem" o uso do ar-condicionado do carro. Apesar de parecer simples resolver os inconvenientes do calor com um botão, se o sistema não for cuidado da maneira correta, o arzinho refrescante pode virar um "veneno" para a saúde. O primeiro componente e o mais fácil de ser trocado é o filtro de ar ou filtro de pólen. Ele é o responsável por “segurar” a sujeira e proteger o sistema, no entanto, para isso, deve ser trocado, de preferência, a cada revisão. Não existe uma quilometragem exata para a substituição. Vai depender do estado do filtro, ou seja, do quanto ele foi exposto, de acordo com especialistas consultados pelo G1. Segundo o engenheiro e conselheiro da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil), Francisco Satkunas, os primeiros sinais de que o filtro está muito sujo são o cheiro de mofo e a dificuldade de ventilação, quando é necessário colocar o ar em velocidades maiores. Há dois tipos de filtros que podem ser utilizados no carro, mas isto vai de acordo com a opção da montadora. Um é branco, chamado filtro de partícula. O outro é de carvão ativado, o mesmo usado nas velas de filtro de…
Antonio Alexandre Ferreira Correia, consultor de tecnologia da rede de postos BR, dá dicas para todas essas trocas: Óleo do motor: em média, o ideal é verificar o nível de óleo do motor a cada abastecimento. O procedimento deve ser feito com o carro parado há mais de cinco minutos em um terreno plano para que não aconteça um erro de leitura. “O prazo para a troca do óleo é diferente para cada modelo. Por isso, o ideal é sempre consultar o Manual do Proprietário”, ressalta o técnico. Geralmente, em condições de rodagem ideal, a troca é aconselhada a cada 10 mil a 15 mil quilômetros (ou um ano). Esse prazo pode cair para 5 mil ou 7 mil quilômetros (ou seis meses) quando o carro é submetido a condições adversas, como no trânsito caótico das grandes cidades, superfícies irregulares e altas temperaturas. Óleo da caixa do câmbio: o especialista explica que, de modo geral, nos carro com câmbio manual não é necessária a troca do óleo. Já no caso das transmissões automáticas, a troca é aconselhada a cada 40 mil a 60 mil quilômetros, dependendo do veículo e do fabricante – por isso é fundamental seguir as orientações de…
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